Inovações em Inteligência Artificial para o PJe são apresentadas no CNJ

 

Os conselheiros e diretores do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) conheceram, nesta terça-feira (21/5), as inovações que estão sendo incorporadas à plataforma do Processo Judicial Eletrônico (PJe). A apresentação foi feita pelo juiz auxiliar da Presidência do CNJ e coordenador do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação, Bráulio Gusmão, que discorreu sobre as pesquisas relativas ao uso de Inteligência Artificial (IA) em desenvolvimento no Laboratório de Inovação para o PJe (Inova PJe), criado pelo Portaria nº 25/2019. Ele apontou a necessidade de se olhar para o futuro e incorporar as novas tecnologias como forma de otimizar o trabalho do Poder Judiciário.

Ele explicou que, para a implementação das pesquisas com IA como medida de inovação, foi criado um ambiente para que os tribunais estejam com o CNJ, não apenas para incentivar, mas oferecer tecnologia e desenvolver um trabalho colaborativo. “O CNJ faz a curadoria administrativa do que já existe no Judiciário, visando universalizar soluções adotadas nos tribunais para todo o sistema de Justiça. Com isso, nós queremos garantir um aproveitamento de esforços, economia de recursos e otimização de tempo”, afirmou.

 

Coordenador do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação, Bráulio Gusmão explicou aos conselheiros que o CNJ desenvolve trabalho colaborativo com os tribunais no desenvolvimento de pesquisas em IA – Foto:G.Dettmar/Ag.CNJ

 

Gusmão destacou que todas as ações estão voltadas para produção de soluções de IA em larga escala e que atendam às necessidades do Poder Judiciário. Para isso, esclareceu, o trabalho está sendo implementado em etapas e a primeira delas foi estabelecer um ambiente propício para criar, treinar e depositar modelos de IA. “Criamos o ambiente para isso, não apenas o ambiente político, mas o ambiente tecnológico. Essa etapa já foi cumprida com a internalização, no ambiente do CNJ, da plataforma Sinapses”, informou.

 

*Com informações do CNJ.