Seminário debate gargalos e boas ideias na proteção da primeira infância

 

Sensibilidade, fluxos integrados, iniciativas e mais diálogos intersetoriais podem contribuir para promover a melhoria no cumprimento dos direitos das crianças nos mais variados setores de suas vidas: foi o que representantes do Sistema de Justiça, do Poder Executivo nacional e sa sociedade civil constataram durante os debates no último dia 25 de junho, em Brasília, no Seminário pelo Pacto Nacional da Primeira Infância – Região Centro-Oeste, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e parceiros.

As discussões – que detectaram gargalos e boas ideias na proteção das crianças com até 6 anos de idade – fazem parte do Pacto Nacional pela Primeira Infância, assinado por 42 órgãos governamentais e entidades da sociedade civil ligadas à infância.

Seminário do Pacto Nacional pela Primeira Infância – Região Centro-Oeste.FOTO: Gil Ferreira/Agência CNJ

Para o juiz Sérgio Luiz Ribeiro de Souza, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que mediou o painel sobre boas práticas implementadas na Região Centro-Oeste e no Tocantins, é fundamental que magistrados conheçam os programas de assistência, saúde e cultura à disposição das famílias brasileiras. “O magistrado integra uma rede de proteção que envolve o poder público e a sociedade civil. Ele tem obrigação de conversar com toda a rede para melhor utilizar os instrumentos a favor da proteção das crianças, dos jovens e das famílias. Nós temos essa obrigação”, afirmou Sérgio, que é membro do Fórum Nacional da Infância e da Juventude (Foninj), coordenado pelo CNJ.

 

*Com informações do CNJ.